# a note do self #a note to you

Ouçam estas mulheres. Pensem. Aceitem o aviso. Ser versus fazer. Eu começo hoje!

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#canja de galinha para um coração partido

Podes beber, podes gritar, podes agarrar-te ao tronco de um amigo em lágrimas, podes correr até teres sabor a sangue na boca, podes mandar tudo à merda  e evaporares-te no mundo, podes partir coisas, podes purgar-te ao escrever, podes fazer tudo o que te apetecer. E podes ser mais brando que tudo, até por estares demasiado anestesiado para reagir com força e ouvires música aos altos berros na esperança de deixares de ouvir a tua própria voz, aquela puta que não se cala. #squander como banda sonora para o dia por estes lados. [não posso partir nada onde estou].

O que aprendi até hoje sobre isto da vida…

  • Ela continua.
  • Não procures a felicidade no mesmo sítio onde a perdeste.
  • Não é verdade que não se deve voltar ao sítio onde fomos felizes. Serei sempre feliz ao pisar o chão de Arcos de Valdevez.
  • Não mendigues amor. Mereces que te seja servido numa bandeja eloquente.
  • A música tem o condão de nos salvar quando os nossos demónios interiores gritam demasiado alto para que os consigamos ignorar.
  • A música é terapia.
  • Saber cozinhar é uma forma de amor, para nós e para os outros.
  • Não há motivo nenhum para não se beber um copo de vinho sozinhos.
  • As lareiras são portais mágicos. Aquecem-nos a cara e as chamas mostram que até quando a vida de consume, há calor e movimento.
  • Os alpendres são perfeitos para ler livros e acariciar gatos.
  • A família que temos são as pessoas que escolhemos amar. Os laços de sangue têm poder mas não ditam a nossa vida nem quem escolhemos amar.
  • Os amigos de infância são tesouros.
  • As crianças também nos educam. Lembram-nos do que é suposto sermos. Apontam-nos erros e falhas. São inocência e não há nada melhor no mundo que olhar para o fundo dos olhos puros de um ser pequenino que ainda não foi corrompido pelo mundo.
  • Deus existe, nem que seja apenas quando precisamos de acreditar com todas as forças. de forma egoísta. A certa altura, todos queremos que exista.
  • O dinheiro corrompe e salva. Escolhe sabiamente.
  • O mundo não te deve nada, tu deves ao mundo, ou a ti em último caso.
  • O mundo pode acabar numa noite mas recomeça na manhã seguinte. É uma certeza anti-desespero.
  • Não há pior sentimento que o desprezo.
  • O desamor mata.
  • O amor nem sempre é correspondido mas não deixa de ser amor.
  • Os amores mais fortes são os contrariados – os amores mais fortes nem sempre têm finais felizes.

Afinal, pode morrer-se de (des)amor

1458754507953986.jpgHoje é dia Mundial do Coração.

Partilho aqui um artigo sobre os efeitos físicos que sofremos quando nos partem o coração. O desamor mata, um coração partido não é um cliché, um coração partido é uma catástrofe emocional e física. Tomem bem conta dos vossos, e dos dos outros.

 A verdade é que este acontecimento não nos afeta apenas psicologicamente. O nosso corpo também sofre com as mudanças.Especialistas das Universidades de Los Angeles, Toronto e Kentucky explicaram de que forma o nosso organismo se altera perante uma situação destas.

1. Nos momentos a seguir à rejeição, o ritmo cardíaco desce bastante.

2. Assim que nos apercebemos do que se está a passar, surge o momento de stress (‘Será que a culpa foi minha? O que é que eu fiz?’). Este pode dar cabo do sistema nervoso simpático, o que leva ao aumento dos níveis de cortisol e de inflamações. O sono, a digestão e o sistema imunitário podem sofrer com estas alterações.

3. Às vezes parece que sentimos uma dor física. Isso acontece porque as regiões do cérebro que processam a dor de uma rejeição ou perda também são responsáveis pelo processamento da dor física.

4. Deixa de pensar de raciocinar e começa a ser mais impulsivo/a do que o normal. Vários estudos mostram que uma rejeição afeta o autocontrolo e o pensamento crítico.

5. As áreas do cérebro que ‘funcionam’ quando estamos sob o efeito de estupefacientes ou quando temos o desejo de consumir uma substância viciante começam a reagir assim que temos vontade de ver uma fotografia da pessoa que nos rejeitou. No entanto, as partes do cérebro responsáveis pelo controlo de comportamentos de adaptação (os que nos fazem pensar ‘Tens de andar para a frente!’) também são acionados.

6. Nos primeiros tempos, as únicas pessoas com quem falamos são o senhor que entrega as pizzas e a farmacêutica. Quando nos começamos a sentir demasiado sós – já não falamos com amigos ou familiares há dias e dias… E até já começamos a sentir falta dos comentários absurdos ou das piadas sem graça nenhuma -, os níveis de progesterona começam a aumentar. Esta é a hormona que nos vai ajudar a ir ‘à procura’ de contacto social.

7. Meses mais tarde, mesmo que já tenha ultrapassado tudo o que aconteceu, ainda pode notar algumas alterações no organismo: uma maior queda de cabelo, por exemplo.

Não Há Nada Tão Poderoso Como Uma Ideia Cujo Tempo Chegou”

tumblr_mm3sio8Cly1spzqf5o1_500.jpgÉ tempo de passarmos os sonhos a planos. É tempo de nos lembrar-mos de tudo o que queríamos em crianças ser, ter, fazer quando fossemos grandes. Já somos grandes há muito tempo. E olhamos para trás, para confirmar que os sonhos não passaram para o dia que corre. É tempo de viver, de fazer, de construir. É tempo de deixar dúvidas de lado e usar certezas como rampa de lançamento. Como sublinhou Victor Hugo –  “Não Há Nada Tão Poderoso Como Uma Ideia Cujo Tempo Chegou

#siamode. Já agora, Sia era muito melhor quando cantava com a cara destapada.

IMG_1771.JPGA par com mais umas quantas artistas que se renderam ao comercial para vender mais, a Sia que eu gostava andava com a cara destapada e tinha canções lindíssimas, daquelas que não passam nas discotecas nem são aka ninguém. E são essas que continuo a ouvir. Breath Me; Big Gils Cry; I’M In Here; Lullaby; The Girl You Lost To Cocaine; Don’T Bring Me Down e por aí. E são muitos os artistas que se têm rendido, uma pena.